domingo, 1 de fevereiro de 2015
...e brotou a semente do amor.
A página em branco com o cursor piscando espera de mim que esse turbilhão de sentimentos que invadiram o meu ser se transforme em palavras. Eu gosto das palavras. Mas elas me faltam quando olho para dentro de mim, pro meu corpo, e vejo que nele brotou a semente do amor. Um amor genuíno, um amor de dois, um amor escolhido, um amor desejado. Amor que dispensa apresentações. Um amor feito de muito esmero, que a cada dia cresce pra vir ao mundo e ser aquele, ou aquela que espero desde as brincadeiras de menina: meu bebê .
domingo, 8 de junho de 2014
Sarah + mini wedding + lua de mel = f.e.l.i.c.i.d.a.d.e.
![]() |
| Fotografia por: Anni Marcondes |
Começo a redigir esse relato sem saber que palavras usar. Preciso dizer que, talvez, nunca tenha usado as palavras da maneira como vejo hoje...
Isso pois, as palavras me faltam quando olho para tamanha benção que Deus tem nos proporcionado em dias como esses. Aliás, desde quando entregamos o nosso coração a Deus, nunca mais a nossa vida foi a mesma...
De fato, sonhamos um dia com "um" casamento. Mas Deus nos mostrou no íntimo dizendo "filhos, tenho sonhos ainda maiores e melhores para vocês...", e então, nos contemplou com "o" casamento. É por isso que digo que não vivemos "um" sonho de casamento, mas vivemos o sonho de Deus para "o" nosso casamento.
E esse dia me faz refletir sobre o uso das palavras. Se eu soubesse o valor e poder que as palavras tem, teria guardado para o dia do nosso casamento as palavras: bonito, encantado, amor, "eu te amo", doce, espontâneo e sincero. Isso porque o nosso casamento foi assim, como essas palavras merecem ser significadas. A decoração, desde o convite (produzido pela querida irmãzinha, Meire) com a tag da nossa listinha de presentes, sugerindo um disco de vinil com dedicatória; as composições na maquinha de escrever entre árvores e flores, com mensagens aos noivos; o varal com os nossos momentos da infância, adolescência e encontro; a vitrola decorada; o quadrinho formando a árvore do nosso casamento, com as digitais dos convidados; e tantos outros adornos difíceis de relatar, talvez por minha inabilidade com as palavras, e de tê-las usado tantas vezes de maneira imprópria...{ahh, se eu conhecesse o que Deus tinha guardado para nós dois, jamais teria usado as palavras que muitas vezes usei, sem saber o real sentido que elas entoam}. Por isso, me permito pedir perdão à todas as palavras que usei de maneira vã e enganosa por toda minha vida passada, e abro agora a sincera significância de todas elas, e as uso de fato, em meu mais profundo sentimento, de maneira única, como nunca antes usei.
Primeiro, é importante guardar aqui, que tudo começou com os encontros semanais com o jovem Pr. Thiago Jachetto. Sentávamos, o Victor e eu, de frente para ele e, dalí, não queríamos mais ir embora. O Thiago tem tanta sensibilidade, que somente quem conhece e vive a palavra de Deus, como ele, pode ter. Ele nos ensinou tantas coisas, nos ouviu, nos fez refletir sobre tantas questões do casamento: amor, respeito, honra, liderança, filhos, sexo, a escolha de amar e principalmente, o foco central do casamento: o compromisso. Foram encontros que, tanto o Victor quanto eu, guardaremos e tentaremos sempre colocar em prática, enquanto vivermos.
E de tudo que aprendemos com o Thiago, deixo registrado aqui algo que mudou a minha visão de vida. O entendimento que amar não é algo que acontece e pronto, tem data para acabar, como o vasto mundo nos faz pensar desde que nascemos. Não. Amar é antes de tudo uma escolha. Nós escolhemos amar. E como escolhemos, o amor não acontece de uma hora para outra. É preciso tempo, disponibilidade, intimidade, confiança e... espera. O Thiago me fez pensar que eu desejei até então viver um grande amor. Mas o que vivi foi um amor que na verdade eu não conhecia o verdadeiro sentido. Um "amor" desgovernado. Um amor cheio de medo, incertezas, infidelidade, capricho, desrespeito, insegurança. Um amor terreno, palpável. Um amor segundo os meus anseios tão mesquinhos e individuais. Mas Deus preparava para nós "O" Amor. O amor que escolheremos ao acordar e ao dormir. O amor que nos sustentará nas brigas e diferenças. O amor que nos permitirá honrar e respeitar. O amor capaz de suportar os piores defeitos e admirar de maneira declarada as qualidades do outro. O amor que será construído e cultivado dia-a-dia, pra então ser amor no todo do seu ser: oceano! O amor que sim, é capaz de tornar dois corpos um só, como nunca antes concordei. Por egoísmo e por em si, não reconhecer que é necessário ser juntos "amor".O Amor que implica em decisão de um rumo ao longo da vida, e o fato de encará-lo sabendo que não poderá ser interrompido enquanto os corações baterem, porque amor é para sempre.
Depois então de tanto aprendizado com o Thiago, veio a nossa cerimônia. Entre árvores, flores, passarinhos, e nossos melhores amigos (num grupinho de pouco menos de 60 pessoas), o nosso manisfesto do ato de amor que mudaria o nosso relacionamento e nossas escolhas, deixando para sempre de sermos dois, para sermos um, até o fim de nossas vidas. E com a licença da palavra "sincero", abro assim a descrição para esse momento. Embalados pelas palavras abençoadoras do Pr. Thiago, e honrados com a entrada das nossas alianças, por um ser tão pequenininho, mais gigante no retrato do amor da Érica com o João, a nossa querida "espatódea" Sarah, e assim, dando sequência aos nossos votos, que de maneira tão espontânea, encheu os nossos corações e emocionou os corações dos amigos presentes. Porém, o que gostaria de dizer aos amigos, e que ainda não disse, é que não fomos nós, mas Deus, que ungiu aquela manhã e nos tirou do coração, o que Ele tinha guardado para nós. Digo isso, pois, nem eu mesma consigo ter tanta clareza das palavras que usei, mas que foram selecionadas por Deus {tão cuidadosamente} nesse momento. O que tenho guardado sim, é a plena clareza de ter lavado com aquelas palavras sublimes o meu velho ser, e ter dado boas vindas para a Dayane que, desde aquelas palavras, vive em mim, assim como sinto viver no meu amado Victor também, que usou as palavras selecionados por Deus da mesma forma.
Bonito, sensível, sincero e cheio de amor. É assim, que me lembro e que guardarei para sempre o nosso casamento. O dia 24 de maio de 2014 nos embalará para o resto da vida, e será o nosso porto seguro, quando as coisas balançarem e não estiverem bem, porque sei que hora ou outra isso acontecerá, e então nos recordaremos que, nesse dia, fizemos uma escolha e firmamos perante Deus e os melhores amigos o nosso destino: o compromisso de construir um amor eterno.
E assim, viveremos "o grande amor da nossa vida" (!!!!!!).
(Logo mais, as fotografias, registradas pelo olhar sensível da querida Anni Marcondes, que estão maravilhosas, e que nos tiram suspiros o tempo todo...)
E com assinatura nova, finalizo com amor,
Dayane Yamashita. ;)
sábado, 15 de março de 2014
Sarah
Refletindo sobre o que escrever, cheguei a pensar que seria
compreensivo se ficasse em silêncio, para não correr o risco de deixar meu
parco vocabulário diminuir tudo o que estou sentindo. O fato é que, num dia, que ainda não sabemos
exatamente quando, as palavras mais exageradas de amor vão se calar. Não será
por menos, minha sobrinha chegará ao mundo.
Por isso decidi escrever, afinal, muita coisa importante
carece de nome! Muita coisa importante na verdade tem mesmo apelido. Na chegada
da minha primeira sobrinha, filha da minha irmãzinha caçula, louvo a Deus
dizendo: Seja bem vinda Sarah. Bem vinda!
Desculpe as coisas feias do mundo. Quem veio antes não pensou
que a gente ia durar tanto sobre esse chão.
E por aqui é preciso coragem, pequena! É preciso esperança! A
esperança faz um novo mundo, aliás, você é esperança de "boa nova".
Portanto, que você venha subvertendo o mundo, amando a esperança que salta os
muros e brinca arteira com tua criança, a fé Sarah, está na vida.
E, embora as coisas feias do mundo esteja sobre esse chão,
bem dentro do mundo, o Amor se espalha, e acredite, também está bem vivo sobre
esse mesmo chão.
Então venha pro lado de cá Sarah, fazer desse chão o
seu mundo, e conhecer Esse Amor que nos faz um, sendo pra você bandeira,
verdade e graça, de uma fé revolucionária!
A titia e muitas pessoas queridas aqui presentes, como a
mamãe e o papai, a esperam para dar-te a mão e ir contigo.
Daya - 15/02/2014 - Chá da Sarah. O texto é inspirado em trechos e poesia de Marcos Almeida (Palavrantiga)
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Boa nova.
Deus acaba de me tocar, mostrando que quando penso "Deus, eu não sei o que falar com Você hoje..." é nesse momento que preciso me render assumindo juntamente essa minha incapacidade.
E, depois de assumir, como é imenso o amor que sinto agora, Ele me transbordou do Seu amor, mesmo eu dizendo que não sabia o que conversar com Ele.
É tão misterioso o falar de Deus, mas é tão real...
Fechei a porta do meu quarto, e a conversa com Ele que adiei o dia todo, aconteceu tão pura quando chorei e assumi "Deus, eu não sei o que falar hoje..."
Depois de chorar em Seu colo, depois de me sentir consolada, Ele me deu essa oração, através da canção de Marcos Almeida, do Palavrantiga, então eu O louvei com toda a minha sinceridade, como se essas palavras fossem as que viessem camufladas no sentimento que entrei em meu quarto, mas agora não mais ocultas por minha incapacidade de falar, porque até nisso Você faz por mim, né, Jesus?!
Como é bom saber que Você é sempre presente quando eu O chamo pra entrar da porta do quarto para o meu coração.
Queria dizer ao mundo todo: Jesus é tão simples...
Eis então a minha oração de hoje:
E, depois de assumir, como é imenso o amor que sinto agora, Ele me transbordou do Seu amor, mesmo eu dizendo que não sabia o que conversar com Ele.
É tão misterioso o falar de Deus, mas é tão real...
Fechei a porta do meu quarto, e a conversa com Ele que adiei o dia todo, aconteceu tão pura quando chorei e assumi "Deus, eu não sei o que falar hoje..."
Depois de chorar em Seu colo, depois de me sentir consolada, Ele me deu essa oração, através da canção de Marcos Almeida, do Palavrantiga, então eu O louvei com toda a minha sinceridade, como se essas palavras fossem as que viessem camufladas no sentimento que entrei em meu quarto, mas agora não mais ocultas por minha incapacidade de falar, porque até nisso Você faz por mim, né, Jesus?!
Como é bom saber que Você é sempre presente quando eu O chamo pra entrar da porta do quarto para o meu coração.
Queria dizer ao mundo todo: Jesus é tão simples...
Eis então a minha oração de hoje:
De tudo quanto eu tenho pra dizer
Eu digo muito pouco com as palavras
Eu presto atenção em Ti
Vejo com apreço o Teu andar
A imagem mais perfeita da verdade
Palavra viva, vida que eu posso tocar
Me guia
Eu digo muito pouco com as palavras
Eu presto atenção em Ti
Vejo com apreço o Teu andar
A imagem mais perfeita da verdade
Palavra viva, vida que eu posso tocar
Me guia
Deixa eu viver a boa nova
Deixa eu me encontrar com esse amor todos os dias
Deixa eu viver a boa nova
Que me faz bem, me deixa amar sem perguntar a quem
Deixa eu me encontrar com esse amor todos os dias
Deixa eu viver a boa nova
Que me faz bem, me deixa amar sem perguntar a quem
Mas sou tentado a ir adiando este dia:
Que é me lançar em Ti,
E me ver completo em Teu amor
Que é me lançar em Ti,
E me ver completo em Teu amor
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Presente de Natal.
O Victor mostrou sua sensibilidade ao me reconhecer, sem que eu precisasse falar.
Há tempos já, eu meio que "deixei" algumas artes que gosto de lado: a música, o violão, a fotografia, a poesia, a literatura...
Eu realmente precisava esvaziar o coração, e deixar "A" voz mais íntima falar por mim. Eu ainda busco por "Essa" voz que me mostra uma versão muito melhor desse "rascunho" que me tornei, sei que essa busca é incessante e necessária. Mas é com essa versão que tentarei retornar às Artes!
A fotografia sempre mexeu muito comigo, e é por isso que disse que o Victor demonstrou sensibilidade!
Sei que foi realmente um presente por amor à pessoa que ele vê em mim, sem que eu precise explicar, justificar ou expor.
Ele não é de muitas palavras, ou declarações de amor. Ele simplesmente me vê dentro do seu misterioso silêncio, e talvez, por ser o ser humano que melhor me conheceu até hoje, me presenteou com a linguagem que melhor define o seu jeito de me amar: o olhar.
A fotografia nada mais é que "o olhar"! Por isso, agora colocarei o meu olhar, levando o seu em minha câmera fotográfica, guardando o que vier de sincero pela vida afora.
Com amor, Daya
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
vazia.
Eu já me achei muito especial por ser nostálgica, saudosa e "guardar" finitas imagens, bilhetinhos, cartas, músicas, filmes e desenhos, (dentre outros materiais físicos e outros não), por achar que ser "assim" me faria melhor do que pessoas que sabem "virar a página", que caminham tendo como alvo o "estar por vir", cheios de esperanças no amanhã.
Mas, hoje só tenho a clara dimensão de quão deprimente e resistente é me considerar um "HD" de muita potência e pouca consistência na crença do que virá. É "meio" assim, mesmo. O computador é tudo de bom, mas ele só tem o que passou, e não espera por novidade nenhuma, ele se basta assim. Sei que estou fazendo uma analogia medíocre e ridícula, mas é o que me ocorreu agora, ao ver quantas pastas e arquivos (físicos e outros não) ainda tenho do meu passado. E é bom ressaltar que isso se trata de modo literal e não literal. E para quê? Pra ficar vendo e lembrando de quanto pecado há em cada uma delas? Pra ver que uma situação que já começou toda errada, só poderia mesmo terminar como terminou? Então, guardar o quê? Pra quê? Até quando?
Busco por essas respostas.
Até quando vou fechar os olhos e ficar relembrando? Observando onde foram os erros, tendo de volta a dor de uma noite, num quarto de uma casa vazia. Despida por fora e tão pesada por dentro, sem forças pra levantar da cama, sem forças até pra chorar. Presa ao aparelho celular que falou "eu não quero mais, acabou". E depois, por muitos dias, a sessão de terror, onde o aparelho se tornou desejo de ouvir uma voz, que na verdade deixou de existir depois do adeus, que era mesmo só um ser não-vivo, inanimado, frio, que eu deseja voltar a simplesmente ouvir um "alô". É isso. Por isso pergunto novamente "pra quê guardar"?
Agora entendo a canção que diz "tudo que eu vi, não é tudo que eu preciso aprender (...).
E não é mesmo. É preciso prosseguir. Deixar feridas cicatrizarem. Tirar o ressentimento do coração tão humano. Tão humano, meu Deus.
Eu preciso me esvaziar, afinal, a vida é tão bonita. A vida é boa, sim. Hoje sei quem sou, sei por que estou aqui, por que não sou obra do acaso, nem do destino. Eu sei quem sou. Quantos ainda se perguntam "quem sou eu"?. Mas eu tenho a dádiva de saber quem sou.
[respiro aliviada]
Comecei a escrever triste. E agora olhei pro lado e o telefone toca, meu cachorrinho "Chico" abana o rabo porque quer passear; o meu amor limpa a geladeira, com todo cuidado, afinal, é a nossa casa, o nosso lar. E ao meu redor, olha só! Meu quarto aconchegante, silencioso, cheio de amor. A sala colorida e confortável, com tudo que escolhi e pude comprar. E ainda serei titia da Sarah em breve. Logo também serei mamãe. Acho que consegui me esvaziar pra sempre e não me dei conta de que já estou "cheia" de hoje.
Eu tenho tudo do jeito certo. Estou cheia de fé e esperança que amanhã estarei melhor ainda. Eu posso começar a viver o céu aqui na Terra. Ser cheia de graça no sorriso e no choro. Eu posso! Tudo posso!
Graças a Deus, vazia do ontem.
Aberta pra tudo que é novo.
Feliz,
Daya
sábado, 2 de novembro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
palavrantiga.
Sabe quando você perde a contagem de quantas vezes já ouviu a mesma música em sequência?
palavrantiga - composição do músico Marcos Almeida
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Escute minha declaração de amor!
Eu, que tantas vezes falei e escrevi de amor. Achei que sabia muito de amor.
Mas ouvindo a Marcela agora, me encontro em cada palavra dela.
Por que, o que eu buscava (o que busco), não há ser humano no mundo que podia (pode) me mostrar, demonstrar, compartilhar. O amor carnal nos faz muito bem, é essencial, mas não era ainda esse que eu buscava (busco), para me sentir na plenitude de um amor solícito, um amor eterno.
Hoje, começo a entender o que é amor. E me sinto tão especial por isso...
Em resumo, é bem assim, e faço das dela, as minhas palavras...
"(...)
Quando eu tinha 13 anos, achei que tinha encontrado. Aí coloquei minha calça de strech, (que eu lembro que entrou na moda), e eu nesse dia, coloquei ela...
Abri o meu gloss de morango e falei "é hoje", e eu disse "te amo", e Ele falou pra mim, que eu não sabia o que era amor. Eu fiquei muito chateada.
...Depois, descobri que realmente não era amor.
E algum tempo depois, eu coloquei o meu melhor pijama, passei o meu gloss, e me declarei pra Deus...
(...)"
Mas ouvindo a Marcela agora, me encontro em cada palavra dela.
Por que, o que eu buscava (o que busco), não há ser humano no mundo que podia (pode) me mostrar, demonstrar, compartilhar. O amor carnal nos faz muito bem, é essencial, mas não era ainda esse que eu buscava (busco), para me sentir na plenitude de um amor solícito, um amor eterno.
Hoje, começo a entender o que é amor. E me sinto tão especial por isso...
Em resumo, é bem assim, e faço das dela, as minhas palavras...
"(...)
Quando eu tinha 13 anos, achei que tinha encontrado. Aí coloquei minha calça de strech, (que eu lembro que entrou na moda), e eu nesse dia, coloquei ela...
Abri o meu gloss de morango e falei "é hoje", e eu disse "te amo", e Ele falou pra mim, que eu não sabia o que era amor. Eu fiquei muito chateada.
...Depois, descobri que realmente não era amor.
E algum tempo depois, eu coloquei o meu melhor pijama, passei o meu gloss, e me declarei pra Deus...
(...)"
sábado, 31 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
O verbo em carne.
Um novo caminho vem nascendo em mim. Mas dessa vez não é metáfora, fora de mim que fosse.
Cansei de figuras de linguagem. Eu quero o verbo em carne. Amor. Logo, Ele é.
E como é bom sentir o Seu doce perfume. A Sua voz mansa. O Seu olhar, que nem me espera falar pra tudo saber, entender, perdoar.
Aos poucos vou morrendo pro mundo, e me tornando nova criatura. Tomando posse de uma verdade tão clara: "Desde o ventre da minha mãe, eu sou povo exclusivo Seu".
Não é fácil. É preciso portas escancaradas. É preciso oração. É preciso louvar, e lavar com choro o espírito. Deixar ser, o sentimento mais bonito que é sentir a presença Dele.
Pra falar Dele, não tenho dom nenhum.
"Se por acaso eu não conseguir dizer
Foi sua perfeição que me fez calar
Queria com palavras te impressionar
Mas eu não tenho o dom
Não tenho este dom com as palavras,
Não, não tenho este dom
Não, não tenho este dom
Com as palavras (...)
Cansei de figuras de linguagem. Eu quero o verbo em carne. Amor. Logo, Ele é.
E como é bom sentir o Seu doce perfume. A Sua voz mansa. O Seu olhar, que nem me espera falar pra tudo saber, entender, perdoar.
Aos poucos vou morrendo pro mundo, e me tornando nova criatura. Tomando posse de uma verdade tão clara: "Desde o ventre da minha mãe, eu sou povo exclusivo Seu".
Não é fácil. É preciso portas escancaradas. É preciso oração. É preciso louvar, e lavar com choro o espírito. Deixar ser, o sentimento mais bonito que é sentir a presença Dele.
Pra falar Dele, não tenho dom nenhum.
"Se por acaso eu não conseguir dizer
Foi sua perfeição que me fez calar
Queria com palavras te impressionar
Mas eu não tenho o dom
Não tenho este dom com as palavras,
Não, não tenho este dom
Não, não tenho este dom
Com as palavras (...)
Mas escuta minha declaração de amor
Que o meu coração vai lhe dizer"
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Novo morador.
Postagem rapidinha só pra constar aqui que há 1 mês temos um novo morador na nossa casinha.
O nome dele é Chico e ele tem nos deixado de corações derretidos e entregues nesse novo relacionamento.
Para aquietar, (um pouquinho), o útero cheio de vontade de brotar a vida, sou mamãe agora dessa minha "delicinha peluda"!
Aqui tudo é amor, amorzinho...
(:
domingo, 24 de março de 2013
"A nossa casa tem varanda dentro..."
...Eu poderia escrever um longo texto contando de todas as novidades dos últimos meses. Aconteceram coisas boas e algumas tristes, como é a vida da gente. Minha irmãzinha perdeu o bebê, meu tio faleceu. Acho que não vale a pena relatar detalhes desses momentos tristes...
Em compensação, estou sendo muito abençoada nas felicidades que sinto! Não vou também me prolongar muito relatando detalhes, pois prefiro deixar essas felicidades descritas nas paredes dessa nossa casa. No sorriso interior que constantemente habita o meu ser, ou melhor, o nosso ser, porque eu sinto isso nele também.
Mas não posso deixar de gravar aqui: Nunca me senti tão feliz!
Estou na minha casa. Na nossa casa!
Ainda falta a vitrola que eu quero, a estante colorida, para todos os discos e livros. Falta revelar as fotografias e mais quadros. Falta o criado-mudo, nichos coloridos e a poltrona amarela, para o cantinho do quarto, também. Faltam alguns tapetes. Falta a mesinha de centro para a sala. O papel de parede!
Ainda "faltam" alguns materiais, mas a nossa casinha está linda, clara, colorida, leve e muito confortável.
Também não posso deixar de falar, que ando em mutação constante. A maior parte da preguiça deu espaço pra cozinhar, preparar o café da manhã, (com todo o meu amor), deixar a casa cheirosa e aprender a conviver com o meu amor. Ele também realiza as suas partes nas tarefas aqui em casa e demonstra saber cuidar muito bem de nós dois. Aliás, bem dito, "somos dois", e é claro que é complexo a convivência, mas a disposição em amar é grande.
Como é bom saber que quando estou com sono, não preciso ficar me explicando e pedindo por favor pra me deixar descansar. Ele me entende. Me respeita. Me vê como sua companheira e não como sua "MULHER". Porque como bem disse, somos dois. Dividimos o nosso amor e a nossa vida, mas não invadimos o ser um do outro.
Chega! Hoje é domingo e lá vamos nós decidir juntos aonde vamos comer. Estarei mais ausente aqui no blog, porque estou de corpo e alma aqui em casa.
Enfim, ai vão alguns momentos da nossa casinha. Vamos completar 3 meses por aqui, e 2 anos juntos.
É real, feito de tudo que é mais sincero e precioso num relacionamento. Não é um conto de fadas...
...Graças a Deus!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Sonhando com Jonny Greenwood.
Faz tempo que não tinha um sonho tão real, mas hoje sonhei que os integrantes da banda Radiohead estavam aqui na área da casa da minha mãe, rs. Eu abracei todos eles, tiramos fotografias e tal. Porém, o "estranho", é que Jonny Greenwood não quis tirar fotografia sozinho, e enquanto alguém me clicava com a banda toda, ele me deu um beijo na mão e me chamou de "noiva minha", rsrs. Sim, em Língua Portuguesa.
Sonho esquisito. Mas talvez tenha sonhado, porque esteja me sentindo "noiva" demais ultimamente, não do Jonny, claro, rs.
É uma fase gostosa e ansiosa. Um sonho se realizando? Diria que não. Sonhos tem tempo determinado, início, meio e fim. Os amores também? Ou não? Sei lá, ando muito "pé no chão". Estou vivendo essa nova fase, curtindo escolher detalhes da casa, objetos, coisinhas úteis para o dia-a-dia. Refletindo muito e me doando em ser parceira, amiga, cúmplice, amante. Me apaixonando pelo ser humano lindo que é o Victor, e como é lindo! Como é sólido! E principalmente, aprendendo a confiar e ter fé que casamentos podem ser felizes, já que minhas referências de casamentos não são nada boas...
Mas eu vou caminhando, um passinho de cada vez, e os "pés no chão" vão tomando folego para os ares, (so)nhares. E então, é aí, que o sonho com Jonny Grenwood, se transporta no meu agora e me deixa com água na boca de encontrar o Victor, beijá-lo na mão (que me afaga com tanto amor) e dizer: "noivo meu".
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
A melhor notícia do ano!
Minha irmã Érica acaba de saber que está GRÁVIDA!
Vale guardar aqui, que fui a primeira a saber, e que estou transbordando de alegria.
Uma criança trazendo vida nova para as nossas vidas. Na verdade todos estão muito felizes!
Vou ser titia! Obaaa!
Finalizando o ano com essa notícia e começando 2013 casadinha com o Victor, na NOSSA casinha, eu só tenho mesmo que agradecer a Deus.
Obrigada, obrigada e obrigada, meu Deus.
:)
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Velha roupa colorida.
A espera pelo Natal...chegou. Não, na verdade não chegou a espera pelo Natal. Pulei a espera. O Natal chegou! Ele dura até às 00h00 do dia de hoje, é isso?!
Me lembro o quanto me sentia pequena nas lojas entre prateleiras tão grandes e cheias de "presentes", onde Papai Noel os guardava, para que as crianças boazinhas durante todo o ano, escolhessem o que queriam, o que mais desejavam. Dias antes, ou até mesmo um mês antes do Natal começava a espera. Os dias pareciam mais longos, os Papais Noéis surgiam entregando balinhas, nos abraçando, nos colocando no colo para um afago nos cabelos. E a espera seguia. Com todas as casas, lojas e ruas enfeitadas. Enfeites que enchiam os olhos, um diferente do outro, luzinhas que piscavam sincronizadas e coloridas. E os dias de dezembro passando, ficando mais intensa a espera pela chegada do grande dia.
Enfim, chegada a véspera, em casa, o pai nos incentivava a deixar o sapatinho na janela, na noite geralmente estrelada de natal. Era gostoso! A ceia, o cheiro de assado, a simplicidade, o pacotinho de presente, com o "presente" escolhido na loja do Papai Noel. E então a espera terminava, no momento em que o embrulho era desfeito. E os familiares presentes iam embora, certamente mais gordos e cansados. Pronto. Chegava ao fim, o Natal.
Bem, deu pra perceber que não sou muito fã do Natal, desde pequena. Não pelo significado, aliás, acho lindo e necessário o sentimento que acaba despertando nas pessoas, de harmonia, fraternidade e amor. É um dia mesmo de celebrar o amor, eu concordo e participo. Mas a ansiedade, a correria, a espera e a melancolia que sempre acaba me causando, em torno disso tudo, me deixa com um sentimento averso ao Natal. Não quero parecer esnobe, chata ou depressiva por me sentir e registrar isso com essas palavras de sabor amargo. Mas é assim pra mim.
Acho que acabo sempre olhando pra trás e sentindo falta de tudo. E principalmente de cada pessoa que fez parte da minha árvore de Natal. Sim, as pessoas vem e vão, algumas permanecem, é a vida, poxa! Eu sei de tudo isso. Mas afinal, o que fui, o que vivi, esta também sou eu, certo?! Então, fico com interrogações que saltam em minha mente sem parar: "Será que sou também para essas pessoas, uma bolinha colorida pendurada na árvore de Natal?", "Ou mesmo uma luzinha que pisca bonita sem parar?" Perguntas vaidosas e inúteis que nunca saberei a resposta.
Mas, espero que de tudo que vivemos, estejam elas onde estiverem, lembradas de mim ou não, permaneçam com o sentimento de amor que um dia se fez intervalo entre nós, e que esse amor se estenda e se multiplica, não somente hoje, mas a cada Natal. E que isso nos una agora, numa viagem do tempo, por um lindo buraco negro, de almas que se olham e soltam as rédeas para um sorriso sincero. E com esse pensamento eu busco, em alguns instantes que seja, esse repleto "Feliz Natal", que todo mundo diz.
"Feliz Natal, (...), pra você também"
"Feliz Natal, (...), pra você também"
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
"...Yeah, love it is our home"
Mais uma musiquinha pra nossa coleção de disco interminável.
Edward Sharpe & the Magnetic Zeros - That's what's up"
I'll be the church, you be the steeple.
You be the king, I'll be the people.
While I was feeling such a mess, I thought you'd leave me behind.
While I was being such a wreck, I thought you'd treat me unkind.
While I was feeling such a mess, I thought you'd leave me behind.
While I was being such a wreck, I thought you'd treat me unkind.
But
you helped me change my mind.
I'll be the sun, you be the shining.
You be the clock, I'll be the timing.
While I was feeling such a mess, I thought you'd leave me behind.
I'll be the sun, you be the shining.
You be the clock, I'll be the timing.
While I was feeling such a mess, I thought you'd leave me behind.
While
I was feeling so upset, I thought the sun never shine.
Then I found forever
Hey! hey! love!
We've been best friends forever darling.
That's' what's up!
Then I found forever
Hey! hey! love!
We've been best friends forever darling.
That's' what's up!
Forever!
No matter what!
You've got my love to lean on darling.
That's what's up!
You've got my love to lean on darling.
No matter what!
No matter what!
You've got my love to lean on darling.
That's what's up!
You've got my love to lean on darling.
No matter what!
You be
the book, I'll be the binding.
You be the words, I'll be the rhyming.
While I was feeling such a wreck, I thought of losing my mind.
While I was feeling such a mess, I thought the sun never shine.
You be the words, I'll be the rhyming.
While I was feeling such a wreck, I thought of losing my mind.
While I was feeling such a mess, I thought the sun never shine.
You be
the bird, I'll be the feather.
We'll be the best of friends forever.
While I was feeling such a mess I thought you'd leave me behind.
When I was feeling such a wreck, I thought you'd treat me unkind.
Then I found
We'll be the best of friends forever.
While I was feeling such a mess I thought you'd leave me behind.
When I was feeling such a wreck, I thought you'd treat me unkind.
Then I found
Forever!
and always!
You've got my love to lean on darling.
All the days!
Forever!
Come with me!
You've got my love to lean on darling.
All the days!
You've got my love to lean on darling.
All the days!
Forever!
Come with me!
You've got my love to lean on darling.
All the days!
You've
got my love to lean on darling.
All the days
All of our days
Yeah...
Love is a shelter.
Love is a cause.
Love goes on forever.
Yeah, love will leads us all.
Love! it is our honor.
Love! it is our all.
Love goes on forever.
Yeah, love it is our home.
All the days
All of our days
Yeah...
Love is a shelter.
Love is a cause.
Love goes on forever.
Yeah, love will leads us all.
Love! it is our honor.
Love! it is our all.
Love goes on forever.
Yeah, love it is our home.
Oh
yeah!
Yeah! that's what's up!
Oh yeah!
That's what's up!
Yeah that's what's up
Yeah! that's what's up!
Oh yeah!
That's what's up!
Yeah that's what's up
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Bom dia, ao som de Placebo e The Killers.
O dia está chuvoso e eu adoro dias assim. Acordei com essas duas músicas, e sigo agora para atribuição de classe para o ano de 2013. Esse ano tive a melhor turma de todos os tempos, meu coração já está apertadinho por deixá-los crescer e seguir para o 6°ano.
Ahh, mas a vida de professora é assim, alunos vindo e indo.
Bem, que Deus prepare a classe que mais precisar de mim.
;) e segue o som!
Ahh, mas a vida de professora é assim, alunos vindo e indo.
Bem, que Deus prepare a classe que mais precisar de mim.
;) e segue o som!
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