quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A melhor notícia do ano!

Minha irmã Érica acaba de saber que está GRÁVIDA!
Vale guardar aqui, que fui a primeira a saber, e que estou transbordando de alegria.
Uma criança trazendo vida nova para as nossas vidas. Na verdade todos estão muito felizes!
Vou ser titia! Obaaa!

Finalizando o ano com essa notícia e começando 2013 casadinha com o Victor, na NOSSA casinha, eu só tenho mesmo que agradecer a Deus.

Obrigada, obrigada e obrigada, meu Deus.

:)

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Velha roupa colorida.

A espera pelo Natal...chegou. Não, na verdade não chegou a espera pelo Natal. Pulei a espera. O Natal chegou! Ele dura até às 00h00 do dia de hoje, é isso?!
Me lembro o quanto me sentia pequena nas lojas entre prateleiras tão grandes e cheias de "presentes", onde Papai Noel os guardava, para que as crianças boazinhas durante todo o ano, escolhessem o que queriam, o que mais desejavam. Dias antes, ou até mesmo um mês antes do Natal começava a espera. Os dias pareciam mais longos, os Papais Noéis surgiam entregando balinhas, nos abraçando, nos colocando no colo para um afago nos cabelos. E a espera seguia. Com todas as casas, lojas e ruas enfeitadas. Enfeites que enchiam os olhos, um diferente do outro, luzinhas que piscavam sincronizadas e coloridas. E os dias de dezembro passando, ficando mais intensa a espera pela chegada do grande dia.
Enfim, chegada a véspera, em casa, o pai nos incentivava a deixar o sapatinho na janela, na noite geralmente estrelada de natal. Era gostoso! A ceia, o cheiro de assado, a simplicidade, o pacotinho de presente, com o "presente" escolhido na loja do Papai Noel. E então a espera terminava, no momento em que o embrulho era desfeito. E os familiares presentes iam embora, certamente mais gordos e cansados. Pronto. Chegava ao fim, o Natal. 
Bem, deu pra perceber que não sou muito fã do Natal, desde pequena. Não pelo significado, aliás, acho lindo e necessário o sentimento que acaba despertando nas pessoas, de harmonia, fraternidade e amor. É um dia mesmo de celebrar o amor, eu concordo e participo. Mas a ansiedade, a correria, a espera e a melancolia que sempre acaba me causando, em torno disso tudo, me deixa com um sentimento averso ao Natal. Não quero parecer esnobe, chata ou depressiva por me sentir e registrar isso com essas palavras de sabor amargo. Mas é assim pra mim. 
Acho que acabo sempre olhando pra trás e sentindo falta de tudo. E principalmente de cada pessoa que fez parte da minha árvore de Natal. Sim, as pessoas vem e vão, algumas permanecem, é a vida, poxa! Eu sei de tudo isso.  Mas afinal, o que fui, o que vivi, esta também sou eu, certo?! Então, fico com interrogações que saltam em minha mente sem parar: "Será que sou também para essas pessoas,  uma bolinha colorida pendurada na árvore de Natal?", "Ou mesmo uma luzinha que pisca bonita sem parar?" Perguntas vaidosas e  inúteis que nunca saberei a resposta.
Mas, espero que de tudo que vivemos, estejam elas onde estiverem, lembradas de mim ou não, permaneçam com o sentimento de amor que um dia se fez intervalo entre nós, e que esse amor se estenda e se multiplica, não somente hoje, mas a cada Natal. E que isso nos una agora, numa viagem do tempo, por um lindo buraco negro, de almas que se olham e soltam as rédeas para um sorriso sincero. E com esse pensamento eu busco, em alguns instantes que seja, esse repleto "Feliz Natal", que todo mundo diz.

"Feliz Natal, (...), pra você também"





sexta-feira, 9 de novembro de 2012

"...Yeah, love it is our home"

Mais uma musiquinha pra nossa coleção de disco interminável.

Edward Sharpe & the Magnetic Zeros - That's what's up"


I'll be the church, you be the steeple.
You be the king, I'll be the people.
While I was feeling such a mess, I thought you'd leave me behind.
While I was being such a wreck, I thought you'd treat me unkind.
But you helped me change my mind.
I'll be the sun, you be the shining.
You be the clock, I'll be the timing.
While I was feeling such a mess, I thought you'd leave me behind.
While I was feeling so upset, I thought the sun never shine.
Then I found forever
Hey! hey! love!
We've been best friends forever darling.
That's' what's up!
Forever!
No matter what!
You've got my love to lean on darling.
That's what's up!
You've got my love to lean on darling.
No matter what!
You be the book, I'll be the binding.
You be the words, I'll be the rhyming.
While I was feeling such a wreck, I thought of losing my mind.
While I was feeling such a mess, I thought the sun never shine.
You be the bird, I'll be the feather.
We'll be the best of friends forever.
While I was feeling such a mess I thought you'd leave me behind.
When I was feeling such a wreck, I thought you'd treat me unkind.
Then I found
Forever! and always!
You've got my love to lean on darling.
All the days!
Forever!
Come with me!
You've got my love to lean on darling.
All the days!
You've got my love to lean on darling.
All the days
All of our days
Yeah...
Love is a shelter.
Love is a cause.
Love goes on forever.
Yeah, love will leads us all.
Love! it is our honor.
Love! it is our all.
Love goes on forever.
Yeah, love it is our home.
Oh yeah!
Yeah! that's what's up!
Oh yeah!
That's what's up!
Yeah that's what's up

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Bom dia, ao som de Placebo e The Killers.



O dia está chuvoso e eu adoro dias assim. Acordei com essas duas músicas, e sigo agora para atribuição de classe para o ano de 2013. Esse ano tive a melhor turma de todos os tempos, meu coração já está apertadinho por deixá-los crescer e seguir para o 6°ano.
Ahh, mas a vida de professora é assim, alunos vindo e indo.

Bem, que Deus prepare a classe que mais precisar de mim.

;)  e segue o som!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Desconhecida de mim.

Sou por mim a pessoa mais desconhecida.
Tomo rumos, assumo caminhos, anseio o futuro, desejo, desejo e desejo.
E então paro e me pergunto:
Será? Por quê? Eu quero isso mesmo?
Sou certa? Lúcida? Decidida?
Desconhecida. Botou o sonho pra dormir e ao partir no sono diário e comum, conta os segundos numa narrativa descrita do que seria "se", do que será "se"...
Tortura...as horas, o tempo, os lamentos do que passou. O medo sempre tão certo do seu lugar: aqui. Bem aqui. Dentro desse desconhecido lugar que abriga essa que todos chamam "você". Eu? Certeza?
É, talvez não seja tão desconhecido assim. Conheço o medo. Os defeitos. As feridas. Os fantasmas. Os sonhos de menina (que agora dormem?) Os desamores. As raivas.
O amor.
Mas de mim...
De mim...
Desconheço.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Horário de verão

Hoje acordei assustada, com um pesadelo horrível! Tive mesmo uma noite terrivelmente mal dormida. 
Calor, cobrança de ter que dormir cedo, pra acordar no horário antigo de 4h30, que agora se converte em 5h30 (ou seja, o que já era cedo, se tornou ainda mais cedo no dia de hoje). 
Mas, depois de um tanto refletir, ainda deitada em minha cama, recuperando o fôlego do choro dentro do pesadelo, me lembrei facilmente que antes de acordar, tocava uma música. Uma música que escutei poucas vezes, mas foi como se o tema de fundo do pesadelo se desmentisse com o som da música, tornando-se sensivelmente um sonho bom.
Pode parecer bobagem. Pode parecer exagero. Mas deixar o som prevalecer em meio ao pesadelo, foi inédito no meu "waking life". O pesadelo era  uma tradução de sentir corpo adentro o reflexo de uma traição. 
Eu já estive do lado de "lá", e graças a Deus, tive a oportunidade, muitos anos depois, (por ter sentido também essa dor do lado de "cá"), a leveza de pedir perdão. De ser perdoada com a frase "Linda, eu já perdoei você há muito tempo". E melhor ainda, de me perdoar, que como eu disse, demorou anos para acontecer. Depois de todo esse tempo. Depois de tudo no pretérito perfeito. Isso me fez ser convicta de uma coisa: seja lá como for, lealdade é a maneira mais honesta de lidar com a gente e com o outro. Parece clichê. Parece livro de autoajuda. Mas não é. Como eu disse, já estive dos dois lados. Acredite, ainda hoje não sei dizer qual das dores é a pior. Mas com certeza, aprendi a saber qual é o melhor sentimento, enquanto simplesmente, abro os olhos de um pesadelo (do lado de "cá" ou de "lá") e vejo o quanto é claro o que vem depois, o agora.
Talvez por isso a música se chame "Luzes da cidade". Talvez por isso, ela diz ser "fim da tempestade", ironicamente, no marco exato, da mudança para o horário de verão.

"Pode ser abençoado o teu amor
E tão leal
Pode ser

De abençoar..."